O Jornal Diário do Amazonas trás neste domingo uma matéria muito interessante. Pena que a grande parcela do nosso povo não tenha acesso aos jornais. O cidadão simples, aquele que ajuda a pagar todas as contas dos poderes constituídos, vestido com a melhor de suas roupas, provavelmente não terá acesso a todas as dependências da Casa do Povo. É verdade! Lá no parlamento, onde todos estão maravilhosamente bem vestidos, a roupa (o kit paletó) sai por conta do bolso do contribuinte. Entretanto, esse contribuinte, se quiser ter acesso ao parlamento ou a determinadas dependências da casa que é dele, vai ter que arcar do próprio bolso o seu kit-paletó ou então comprar a tal roupa adequada, que também não está ao alcance do seu salário. Isso é uma aberração! O parlamentar se acha no direito de legislar e impor ao cidadão a obrigação de lhe pagar a roupa para trabalhar, assim como de lhe impedir de ter acesso a todas as dependências da Casa do Povo. Só esquecem que é o povo que paga todas as contas, incluindo as mordomias, como a famigerada verba de auxilio-paletó, que numa das casas recebe o apelido de 14º e 15º salários e que no total supera 24 mil reais por ano. O dobro que o assalariado ganha o ano inteiro, somando o décimo terceiro salário, fgts, abôno de férias, etc. Até quando vai continuar essa aberração?
Blog criado para falar de assuntos diversos e incentivar o exercício da cidadania, por meio de críticas, sugestões e comentários sobre o cotidiano político e social local, regional e nacional.
14 de agosto de 2011
12 de agosto de 2011
REFORMA POLÍTICA
MANDATO PLENO E INTEGRAL (I)
MANDATO PLENO E INTEGRAL (II)
Além de trocar o mandato por um cargo qualquer, o que mais deixa o cidadão indignado é que o sujeito sempre volta 4 anos depois, na maior cara de pau, com as mesmas mentiras e promessas, para pedir votos para se reeleger. Ora bolas! Se não cumpriu o mandato, quer se reeleger para quê? Na verdade quer ter algo que lhe dê a segurança de que se vier a ser exonerado do cargo de secretário por alguma coisa, volta tranquilo para a Casa Parlamentar e ainda ganha certa proteção, caso tenha que responder por algo de errado que tenha deixado para trás enquanto secretário de estado. Essa coisa esdrúxula tem que ser moralizada. Basta!
PALANQUE ELEITORAL
Tem que moralizar também o uso da Rádio e da TV por parte de políticos com mandato, pois na verdade a maioria passa 4 anos usando essas ferramentas como instrumento de promoção pessoal e de campanha política permanente, palanque eleitoral, aproveitando da fragilidade, da miséria e da ignorância do povo. Ninguém é obrigado a ser político. Aqueles que decidirem pela vida política, devem estar conscientes e preparados para aceitar certas regras. Se não aceita, então que procure outra coisa para fazer e não fique querendo fazer da política uma opção extra de renda, de prestígio e de satisfação do ego pessoal. Sai prá lá - basta!
LEGISLAR EM CAUSA PRÓPRIA
Acabar com essa coisa do político poder legislar em causa própria, colocando o povo para pagar a conta da roupa que vestem para trabalhar, camuflando com outros nomes para não ter que dar explicações se usaram a verba de fato para comprar roupa (paletó) ou não. É um desrespeito ao assalariado que dá um duro danado para tirar do seu salário mínimo, sem ajuda de ninguém, não só a roupa para toda a família, como o transporte, a alimentação, o remédio, etc. Chega né!
Guerra suja anunciada...
10 de agosto de 2011
Cara & Crachá nas Feiras e Mercados
O cidadão que frequenta as feiras e mercados, ao chegar nos boxes, tem que encontrar lá um certificado ou um crachá do tipo usado pelos motoristas de Taxi em São Paulo e outros estados, onde você tem a foto do sujeito, o nome principal e os registros básicos daquela concessão pública. Isso representa transparência, organização e respeito aos verdadeiros donos de tudo - o povo. Com esse crachá colocado em local visível dos boxes, o cidadão tem condição de saber quem é que está lhe atendendo e quem é de fato o permissionário daquele boxe público. Ajuda em tudo, inclusive na fiscalização e denúncia de irregularidades, principalmente do uso indevido, da falta de higiene, da qualidade dos produtos colocados em exposição e à venda, etc. Está na hora de moralizar - com ou sem privatização!
17 de julho de 2011
Papagaios da Fátima - Morro da Liberdade
Domingo, 17 de julho de 2011. Ia passando cedo no meu carro em frente ao PAC nas proximidades da ponte de Educandos, quando percebi que um casal estava arrumando papagaios de papel e linhas de cerol num varal improvisado. Lembrei da minha infância. Resolvi parar o carro e pedir autorização para bater algumas fotos. De cara levei um não do cidadão, mas a senhora que o ajudava sorriu e disse que ia colocar um papagaio bem bonito para eu bater a foto. Era a Dona Fátima, a dona da griffe. Os papagaios trazem um carimbo com os dizeres: Papagaios da Fátima - Morro da Liberdade.
13 de julho de 2011
ALE-AM - Faltar é feio!
| bianco.futblog.com.br |
Na ALE-AM, segundo noticiários, alguns nobres parlamentares chegaram a 20% de faltas, num universo de 65 reuniões/sessões no semestre. Qualquer que seja a desculpa, é lamentável. E muito triste! Não se trata de uma simples crítica. Essa é uma situação que deveria merecer uma reflexão não só dos nobres faltosos, pois o povo é quem está pagando muito caro por cada um dos mandatos conferidos.
Pasmem! Damos a gasolina para que possam se locomover e pagamos até para eles se vestirem para ir trabalhar. Para quem tem noção da realidade brasileira, essa coisa toda não sai nada barato para o bolso do contribuinte. Que não venham com a conversa fiada de que ter uma democracia custa muito caro a qualquer nação. Não cola! Não convence! Faltar ao trabalho é coisa feia. É óbvio que vão dizer que todas as faltas foram justificadas. Mas, se formos analisar a fundo, falta por falta, justificativa por justificativa, com certeza teremos decepções com as explicações para as faltas.
As sessões da ALE-am ou de qualquer outra Casa Legislativa deveriam ser tratadas como SAGRADAS, em respeito ao POVO, principalmente. De acordo com notícias dos Jornais, de abril para cá, nunca mais as sessões aconteceram com todos os deputados presentes. Destacando-se que, mesmo presentes, alguns parlamentares comportam-se inadequadamente, não respeitam nem mesmo os próprios pares, pois enquanto um se esgoela lá da tribuna, tem outros sentados lendo alguma coisa e sem prestar a menor atenção ao discurso, rindo em conversa paralela ou conversando animadamente ao celular. É tudo muito triste! Lembrei que no meu tempo de estudante, 20% de faltas às aulas, não tinha justificativa que nos salvasse da reprovação. No Distrito Industrial, 0,00000001% de falta é suficiente para o trabalhador levar um pé na bunda. Espero que o povo desperte, tenha pena do próprio bolso, pois é ele quem paga tudo isso, e que um dia reaja com firmeza, reprovando todos aqueles que brincam de parlamentar e não levam a sério de fato as suas responsabilidades. Reflitam!
Assinar:
Postagens (Atom)
