Blog criado para falar de assuntos diversos e incentivar o exercício da cidadania, por meio de críticas, sugestões e comentários sobre o cotidiano político e social local, regional e nacional.
4 de janeiro de 2016
2016 - ANO DA RENOVAÇÃO!...
Em outubro próximo teremos eleição para prefeitos e
vereadores em todo o Brasil.
Responda com sinceridade. Por aqui, quantos amazonenses, se perguntados,
vão lembrar do seu voto na última eleição municipal? Quantos amazonenses, se provocados,
conseguiriam listar, nem que seja pelo apelido, meia dúzia dos atuais
vereadores da sua cidade?
A classe
política anda tão desacreditada que o cidadão, ainda que errado,
prefere esquecer que eles existem. Faz mal a saúde ouvir falar de política. Faz mal à saúde assistir qualquer coisa relacionada aos nossos políticos. Dá náuseas! É só coisa ruim. Existem exceções, obviamente, mas a solução só virá mesmo com a RENOVAÇÃO.
A eleição se aproxima. Quatro anos estão se
passando e mais uma vez vamos às urnas sem novidades, sem novas lideranças,
sem ninguém que transmita à sociedade algum tipo de ânimo. Como dito, só nos resta uma saída –
RENOVAÇÃO! Uma coisa é certa - pior do que está não ficará. Vamos apostar e dar chance a uma
nova geração de políticos da nossa cidade e colocar o pijama numa galera que já
está gagá, ultrapassada, mas não quer largar do osso nem a pau. Vamos nessa –
RENOVAÇÃO JÁ!
24 de dezembro de 2015
NOITE DE NATAL & PAPAI NOEL & PRESENTES
Quem não já acreditou
em Papai Noel um dia? Fala sério! Eu confesso que acreditei, e muito...
A noite de natal, na verdade, era a única noite do ano que eu fazia
questão de ir cedo para cama. Não queria em hipótese alguma correr o risco de
Papai Noel chegar e eu não estar dormindo e com os sapatos e as meias limpas ao lado da cama, tudo bem arrumadinho.
Quando chegava dezembro, esperar Papai Noel na noite de natal era algo que só quem
viveu isso sabe explicar. Quanto mais se aproximava o dia 24, mais
angustiados ficávamos. Amanhecia o dia e a primeira coisa que se fazia era
olhar ao lado da cama. Quem sabe Papai Noel não antecipava a visita. A frustração de ainda não encontrar os presentes ao lado
da cama era substituída pela vontade de ver o dia passar rápido rumo ao novo
amanhecer.
Eu e minha irmã mais velha, Diana, dormíamos no mesmo quarto, no
segundo piso da casa. Quando terminava a ceia com a família inteira reunida,
pasmem, ninguém precisava nos mandar para a cama.
Lembro que todos os anos a minha cartinha para Papai Noel tinha um pedido que não
podia faltar – uma bola de futebol. Mas,
de todos os presentes pedidos a Papai Noel, um foi inesquecível, pois tinha a
ver com a minha coleção de Gibi. Eram revistas de histórias em quadrinhos:
Mandrake, Batman e Robin, Fantasma, Superman, Recruta Zero, Zé Carioca,
Brucutu. De todas as coleções, a minha preferida era a de Faroeste: Durango Kid, Buffalo Bill, ZORRO e Billy the
Kid.
O presente inesquecível de que falei, foi uma cartucheira com revólver
de brinquedo, onde na carta enviada a Papai Noel eu fazia um apelo – não esqueça
de trazer muitas caixinhas de espoletas. Acordei bem cedinho no dia 25, antes das seis horas
da manhã. Ao lado dos meus sapatos, lá estava o presente especial encomendado a
Papai Noel. Tirei da embalagem, alimentei o revólver com um rolinho de espoletas, coloquei na cintura e fui acordar meu irmão de
criação, Luiz Humberto, que também já estava acordado com seus presentes.
Resolvemos na hora começar uma brincadeira de mocinho e bandido. Até aí tudo bem! Acontece que eram seis da manhã e os tiros de espoleta dentro de casa começaram a soar como pesadelo nos ouvidos da família inteira ainda curtindo o sono e a ressaca da ceia de natal. Não demorou muito para vovó Graziela aparecer e impor ordem e acabar com o barulho e a brincadeira de faroeste. Fomos expulsos para o quintal. Se quiséssemos continuar a brincadeira tinha que ser sem perturbar o sono de quem ainda dormia.
A nossa sorte era que o quintal de casa era grande, dividido em 3. Num deles ficava o galinheiro de vovó. Daí veio a ideia de menino. Soltamos as galinhas e as transformamos em índios sob a perseguição e a mira de nossos revolveres de espoleta. A cada tiro as galinhas se assustavam, pulavam, soltavam penas (o que nos lembrava as penas usadas pelos índios dos filmes que assistíamos aos sábados no Cine Guarany) e saiam correndo desesperadas pelo quintal. Tudo isso, obviamente, sem vovó Graziela imaginar o desespero de sua criação.
Resolvemos na hora começar uma brincadeira de mocinho e bandido. Até aí tudo bem! Acontece que eram seis da manhã e os tiros de espoleta dentro de casa começaram a soar como pesadelo nos ouvidos da família inteira ainda curtindo o sono e a ressaca da ceia de natal. Não demorou muito para vovó Graziela aparecer e impor ordem e acabar com o barulho e a brincadeira de faroeste. Fomos expulsos para o quintal. Se quiséssemos continuar a brincadeira tinha que ser sem perturbar o sono de quem ainda dormia.
A nossa sorte era que o quintal de casa era grande, dividido em 3. Num deles ficava o galinheiro de vovó. Daí veio a ideia de menino. Soltamos as galinhas e as transformamos em índios sob a perseguição e a mira de nossos revolveres de espoleta. A cada tiro as galinhas se assustavam, pulavam, soltavam penas (o que nos lembrava as penas usadas pelos índios dos filmes que assistíamos aos sábados no Cine Guarany) e saiam correndo desesperadas pelo quintal. Tudo isso, obviamente, sem vovó Graziela imaginar o desespero de sua criação.
O tempo passava rápido e logo ouvimos uma voz:
- EMMANUEL! LUIZ! Subam! Está na hora de tomarem banho para o almoço.
Era a Dedé, mãe de Luiz Humberto, meu irmão de criação. O almoço em nossa casa era sagrado e todos tinham que estar à mesa na hora certa, tomado banho e arrumados. Deixamos as galinhas em paz e fomos para o outro quintal tomar banho de balde numa das cacimbas que existiam A água era gelada e cristalina. Enxergávamos o fundo do poço com nitidez e o banho de balde na beira de cacimba, cá entre nós, só quem tomou sabe o quanto é bom e relaxante.
Tempos bons! Tempos de acreditar em Papai Noel! Tempos de muita alegria. Dedico essa crônico ao meu irmão de criação, Luiz Humberto, com quem vivi uma infância sadia e feliz.
- EMMANUEL! LUIZ! Subam! Está na hora de tomarem banho para o almoço.
Era a Dedé, mãe de Luiz Humberto, meu irmão de criação. O almoço em nossa casa era sagrado e todos tinham que estar à mesa na hora certa, tomado banho e arrumados. Deixamos as galinhas em paz e fomos para o outro quintal tomar banho de balde numa das cacimbas que existiam A água era gelada e cristalina. Enxergávamos o fundo do poço com nitidez e o banho de balde na beira de cacimba, cá entre nós, só quem tomou sabe o quanto é bom e relaxante.
Tempos bons! Tempos de acreditar em Papai Noel! Tempos de muita alegria. Dedico essa crônico ao meu irmão de criação, Luiz Humberto, com quem vivi uma infância sadia e feliz.
18 de outubro de 2015
PATRICK SILVA - ele foi bem ali conversar com Jesus...
Hoje
cedo eu me perguntei:
- Quantos pais estão hoje curtindo o dia de domingo com
seus filhos? Depois de uma semana dura de trabalho, a alegria de compartilhar o
dia de folga com os filhos é imensurável. Poxa, como é bom ser pai! Como é bom
ser filho! Como é bom ter uma família!
Mas,
lamentavelmente, hoje, nosso querido PATRICK SILVA não vai poder curtir o seu
domingo com a família, Adina (esposa) e os filhos Joseph (5 anos) e Samuel (6
meses). Seu filho Joseph, de 5 anos, ainda
sem entender a tragédia que atingiu a sua família e a sua própria vida, aguarda
em casa que o papai Patrick foi bem ali com a sua bicicleta conversar com
Jesus, mas logo vai voltar para brincar e passear com ele.
Isso tudo, meus amigos, para
nós que entendemos a dimensão da tragédia e da perda, dói na alma. PATRICK SILVA
foi covarde, brutal e estupidamente atropelado pelas costas no Tarumã quando
voltava para casa no dia 14 passado, terça-feira. Foi deixado abandonado no
local do acidente pelo condutor da carreta assassina, sem socorro, e lá,
agonizante, viveu os seus últimos minutos de vida.
O
condutor da carreta, que fugiu do local do acidente, é bem mais do que um ser irresponsável
e covarde. Tirou a vida de um pai de família e agora esconde-se achando que não
será identificado, nem ele, nem a empresa para quem trabalha montado numa máquina
assassina – Semi-reboque JXJ-4076/Reboque GAB-3459.
Não dá para calar. Não dá
para silenciar. Patrick agora faz parte de uma estatística de estúpidos
acidentes de ciclistas com morte, onde a maioria dos processos rolam de gaveta
em gaveta, anos e anos, prescrevem, e os condutores irresponsáveis, muitos
deles covardes e assassinos-do-volante, acabam impunes. A sociedade tem que
reagir, pois, acreditem, a dor e a tragédia não batem só na porta da casa dos
nossos vizinhos, amigos e conhecidos. Não queiramos vivenciar a dor da perda de
um ente querido nessas condições. Vamos
reagir! Vamos cobrar das autoridades! Vamos clamar por justiça! Ajude-nos! Compartilhe!
3 de setembro de 2015
O LEÃO DA VILA...
Falando de futebol amazonense, depois
da recente derrota para o REMO do Pará, a Diretoria do Nacional decidiu demitir
do cargo de técnico, pela décima vez, ou sei lá qual vez, o eterno Aderbal
Lana. Antes de continuar o comentário, deixa eu perguntar: - Quem não conhece
ou nunca ouviu falar de Aderbal Lana no futebol amazonense? Pois é! É dele
mesmo que eu estou falando. Já deu títulos a vários clubes locais como técnico.
Para substituir LANA no comando do time
azulino, a Diretoria do Nacional resolveu consultar e acatar a escolha dos próprios
jogadores do clube. Foi escolhido um técnico lusitano que já trabalhava no próprio
clube. Era a esperança da torcida de que em Belém do Pará o Nacional devolverei
a derrota para o time paraense. Porém, mais uma vez ficou só na vontade e na esperança.
O velho e tradicional Naça, o Leão da Vila, coitado, foi humilhado e derrotado
outra vez pelo Leão paraense.
A Diretoria do clube, pensando
ter feito a coisa certa dando um pontapé no traseiro do técnico ADERBAL LANA, resolveu então
fazer a torcida acreditar e apostar no milagre. O Leão da Vila não se dava por
morto e o próximo adversário, adivinhem, seria um time lá da capital acriana. Além disso, o detalhe mais importante - o jogo seria dentro da Arena da Amazônia, em Manaus.
Em resumo, perder para um time
paraense já é mais que natural. Perder para um time do Acre, aí já seria
sobrenatural. Acontece que, para desespero da torcida que foi à Arena assistir o NAÇA, o sobrenatural aconteceu e o time da terra de Chico Mendes voltou para o ACRE com todos os dentes do LEÃO DA VILA, agora transformado em SACO DE PANCADA.
Diante desse triste cenário, daí
vem a pergunta. Quem será a BOLA DA VEZ? Vão demitir quem agora? Não seria o
momento da Diretoria do Nacional reconhecer a incompetência na gestão do
futebol do clube, humildemente pegar o boné, colocar o pijama e abrir
oportunidade para que novas caras, com novas energias, assumam a direção do futebol
do clube? Pergunta não ofende, né!...
3 de agosto de 2015
TIROS DE BALADEIRA
ELETROBRAS
- Cobranças retroativas...
Para animar a crise e aquecer a paciência
do povo, o governo anuncia mais um presente de grego. Vai cobrar dos
amazonenses o valor retroativo nas contas de energia. Se depender da boa
vontade das autoridades brasileiras, aguarde – vem muito mais por aí!
E aí, nobres parlamentares...
Como fica essa cobrança esdrúxula de
energia retroativa, já que no Amazonas o tal LINHÃO por enquanto é só conversa
fiada? Fala sério! É justa essa cobrança? Como ficam os nossos irmãos do
interior, que além do eterno abandono a que estão sujeitos não só em termos de
energia, agora vão ter que arcar com essa conta imoral e retroativa? O que é bem pior! Não é
ano de eleição, ou seja, o interiorano não tem nem para quem reclamar, pois são raros os
políticos que aparecem por lá fora do ano de campanha eleitoral. E o Ministério Público,
será que estão vendo essa marmotagem?
CONSUMIR
ou NÃO CONSUMIR
Paulistas foram convidados a cooperar com
o governo e reduzir o consumo de água.
Era para reduzir o consumo, mas esqueceram de avisar que não era assim tannnnnnto né. Daí, pelo abuso de terem reduzido o consumo, além da conta, o paulista agora vai ter que pagar mais caro pela água. E aí! Fazer
o quê mano!...
PRESÍDIO
APART-HOTEL!...
Cá prá nós! Um apart-hotel do tipo
construído e só descoberto agora, não se constrói num dia. E o material que
está lá dentro, como entrou? Em resumo, para que tudo isso aconteça, existe uma
cadeia de proteção e omissões que ninguém ousa revelar e punir. Vai ser mais um escândalo envolvendo esse
sistema que vai cair no esquecimento. E se encontrarem um culpado, anote – vai
ser o carcereiro.
CIRANDA
cirandinha, vamos todos...
Pelo noticiário, o festival de Manacapuru
ficou por um fio. Em crise financeira, Estado anunciou que não teria verba para
bancar o evento este ano. Acho difícil, ou melhor, impossível, que isso de fato
se concretize. Políticos e governantes com certeza não vão querer arriscar e
carregar nas costas esse peso da não realização da festa. Seguinte: que falte
dinheiro para outras coisas, mas cancelar o festival – DU-VI-DE-O-DO!
ARENA DA AMAZÔNIA!
Caraca gente! Descobriram sacanagem até na
cobrança de ingressos para visitar a Arena da Amazônia. Tamo lascado mermo
mano!
Assinar:
Postagens (Atom)




