22 de maio de 2011

Priscila - Café Regional

Surpresa minha! Estive hoje, 22.05.2011, em Rio Preto da Eva, município do Amazonas, próximo de Manaus (aprox. 75 km - Rodovia AM-010. Fui tomar um café da manhã com a família. Para minha surpresa, o Café Regional Priscila mudou de lugar. Na verdade só atravessou de um lado para o outro lado da rua. Está mais bonito! Só precisa colocar uns ventiladores para refrescar o calor. Parabéns aos donos do Café Regional Priscila.  

Balneário de Rio Preto da Eva







Fotografias do Balneário na entrada da cidade de Rio Preto da Eva, no Estado do Amazonas, em 22 de maio de 2011.



20 de maio de 2011

CORRUPTO & CORRUPTOR


abracci.ning.com

Ainda nesse tema de combate à corrupção, é muito comum as pessoas acharem que a solução está, entre outras coisas, na educação. Não há o que questionar. É isso mesmo! Entretanto, existem coisas que podem perfeitamente serem feitas a partir de agora e, em curto espaço de tempo, já nos apontar bons resultados e avanços no combate a essa perversa mazela.

É importante lembrar que não existe a figura nociva do corrupto, sem existir concomitantemente outra figura nociva que é a do corruptor. É aquele sujeito que tem a grana para pagar pela corrupção, e paga sem fazer a menor cerimônia. A ira e a indignação das pessoas acabam se concentrando mais na figura do corrupto, esquecendo que a figura do corrupto só existe por que existe o corruptor, ou seja, aquele que se dispõe a pagar a propina.

É preciso ter cautela e atentar para a hipocrisia embutida nos discursos acalorados contra a corrupção. É comum você ouvir determinados empresários, comerciantes e outros, esbravejarem contra as autoridades e agentes públicos por conta de corrupção. Cobram! Exigem! Pedem punição! Entretanto, não fazem direito a sua parte. São eles mesmos que acabam, na verdade, ajudando a alimentar esse processo, pois se rendem a pagar propinas. Eles criam e engordam um mostro que tende a ficar indomável e insaciável. E é aí que o bicho pega!

História a mim contada por pequeno empresário do ramo de alimentação serve para ajudar a confirmar o que acabei de escrever. Por algum tempo, para não ter seu negócio lacrado, esse empresário teve que se render às cobranças de propina por parte de um determinado agente público. A situação foi ficando difícil em função da insaciabilidade do tal agente, que além de cobrar a sua parte, intimidava dizendo que outros fiscais, de outras áreas e de outros órgãos, poderiam de uma hora para outra aparecer e encontrar mais irregularidades.

Atentem que este é apenas um caso simples que estou relatando. Imaginemos quantos casos, similares a este, estão acontecendo neste exato momento?

Prosseguindo a minha história, encorajado pela esposa que não agüentava mais aquela situação, o empresário resolveu parar de pagar a propina, que inclusive já estava incorporada aos apontamentos do seu caderno de compromissos a pagar, com o título curioso de – “gorjeta”. Procurou uma instituição local e pediu ajuda/assessoramento para colocar o seu negócio, logo num primeiro momento, dentro das exigências sanitárias que o agente corrupto usava para alegar inconformidade e cobrar propina. O que gastou para corrigir o que havia de errado, segundo o empresário, empatou com o que já havia pago de propina. A decisão de reagir à situação de refém do agente desonesto, ajudou o empresário a dar um salto de qualidade não só no seu negócio, mas na forma dele tratar e lidar com situações criadas por elementos corruptos e nocivos à sociedade. E se todos fizessem assim?