10 de maio de 2013

CMM - REDUÇÃO DE MAIORIDADE PENAL



Nada contra quem defende a ideia de que não se resolverá o problema de violência neste país reduzindo a maioridade penal. Agora, é preciso deixar a hipocresia de lado e dizer que DISCURSO também não vai resolver o problema das pessoas de bem, que não saem mais de casa com PAVOR de serem a próxima vítima de menores criminosos, perigosos e perversos. 

Na verdade, nem de casa precisamos mais sair nos dias de hoje para sermos vítima da violência. É preciso ficar atento e não abusar da sorte achando que a violência chegará à porta da casa do seu vizinho, mas não vai chegar à porta da sua casa. Aceite o conselho - dê bobeira não! 

Ninguém discorda que é preciso discutir a criação e a implementação de políticas públicas. Aliás, essa palavra “políticas-públicas” tem sabor de mel na boca de muitas autoridades e políticos. Eles sabem o quanto isso rende dividendos em termos de votos. Basta demonstrar indignação com o status quo desfavorável aos mais necessitados, de preferência, e prometer o possível e o impossível! O povo mais humilde e que anda carente de todo tipo de assistência, acaba acreditando na lábia de velhas raposas. De 4 em 4 anos a coisa se repete...

O que não dá mais é para esperar que o DISCURSO se transforme em PRÁTICA. Com certeza nenhum cidadão de bem, nenhuma família de bem, quer continuar sobre a mira dessa violência que tomou conta deste país, seja por parte de adultos, seja por parte de menores de idade. É muito oba-oba minha gente. É muita conversa fiada e, o que temos visto de fato, é o aproveitamento cínico e perverso dessa questão grave que aflige a sociedade brasileira, por parte de supostos homens públicos, autoridades, políticos e falsos líderes.

6 de maio de 2013

LADRÃO DE TAMPA de BUEIRO



Acontece em todas as cidades, mas aqui em Manaus o roubo de tampas de bueiros virou caso de polícia. A população precisa inclusive se engajar nessa luta. Não importa onde os bueiros estejam localizados. A retirada das TAMPAS dos BUEIROS representa sempre enorme risco para as pessoas. 

Se o bueiro está no meio da rua, o risco de acidente para motoristas é muito grande. Não faz muito tempo, na pista em frente a SUFRAMA, um motorista deu com a roda do seu carro num bueiro sem tampa, perdeu a direção e foi se chocar com a estrutura da parada de ônibus, destruindo-a totalmente. Felizmente não havia ninguém na parada.

Nas calçadas o risco de bueiros sem tampa não é menor. Crianças, idosos e pessoas de todas as idades, podem ser vítimas e sofrerem acidentes graves, com sequelas muitas das vezes para o resto da vida. O imbecil que retira uma tampa de bueiro devia levar em conta que a sua própria mãe, ou um parente próximo qualquer, pode ser vítima da sua imperdoável imbecilidade.

Levar para casa a tampa de um bueiro é roubo e quem faz isso deve ser tratado como ladrão perigoso e sem-vergonha. Quem dá cobertura, quem faz de conta que não está vendo o vizinho ou quem quer que seja cometendo esse tipo de sacanagem com a cidade de Manaus, precisa rever a sua postura, precisa cuidar mais da sua cidade, precisa pensar mais na sua segurança e de todas as pessoas. 

Enquanto um ladrão sem-vergonha está em casa assando um churrasco na chapa usando uma tampa de ferro de bueiro, alguém pode estar se acidentando ou morrendo por conta do buraco deixado depois da retirada da tampa. Não dá para acobertar nem perdoar gente que faz isso.

Vamos agir! Vamos aplicar TOLERÂNCIA ZERO para os ladrões de TAMPA de BUEIROS. 

Denuncie, pois você vai estar não só ajudando a cidade de Manaus, estará também salvando vidas e ajudando a construir uma cidade mais humana para os seus habitantes.

10 de abril de 2013

Ajuste das bancadas...



Comentei no facebook que o aumento das bancadas dos deputados federais ia pesar mais nos bolsos dos contribuintes. Errei! Atento ao comentário, imediatamente o nobre Serafim, ex-prefeito, esclareceu que não haveria aumento de bancada e que o número total dos deputados no Parlamento Federal ia permanecer o mesmo. 

Até aí tudo bem! Mas, analisando melhor essa questão, o fato de não ter aumento no número de deputados, isso acaba nos passando uma falsa sensação de alívio, pois na verdade esses mais de 500 que lá estão em Brasília, continuam não valendo o quanto pesam no nosso bolso. São escândalos em cima de escândalos envolvendo parlamentares de todos os níveis e de todos os Estados e não se vê qualquer sinal de esforço efetivo dessa turma no sentido de resgatar a credibilidade da classe, que continua firme segurando a taça da mais desacreditada e desavergonhada deste país.   

9 de abril de 2013

AGENTES DA MANAUSTRANS



A matéria do Jornal A Crítica sobre multas aplicadas no mesmo horário, em locais distintos e pelo mesmo agente, só serve para aumentar a desconfiança sobre a atuação dos agentes nas ruas e impactar ainda mais a credibilidade da instituição Manaustrans junto à população da cidade de Manaus. Evidente que não podemos julgar a instituição pelo comportamento de um de seus agentes, mas não podemos deixar de reconhecer que são constantes os problemas gerados pelas multas esdrúxulas aplicadas pelos agentes nas ruas de Manaus.
A Jari, que todos nós conhecemos ou já ouvimos falar, tem a missão de julgar os recursos feitos por motoristas contra penalidades no trânsito. Isso é de conhecimento público. Daí vem uma pergunta: E quem julga os absurdos e as penalidades cometidas pelos agentes da Manaustrans contra os motoristas? O motorista, quando comete uma infração é julgado e multado. E o agente que comete arbitrariedades no exercício da sua função, como neste caso relatado pelo jornal A Crítica, o que acontece? Qual a transparência desse processo de julgamento e punição dos agentes que cometem atos irregulares, inclusive de corrupção no exercício de sua função? Qual o grau de transparência desse processo disciplinar dos agentes de trânsito?
Independente dessa situação específica relatada, é importante destacar que a quantidade de motoristas abusados e irresponsáveis no trânsito continua. A esses sem dúvida deve valer um tratamento de choque ou um programa de tolerância zero permanente. Um veículo de 2 ou 4 rodas nas mãos de um irresponsável é pior do que uma arma.