5 de outubro de 2017

NOVO GOVERNO & NOVO SECRETARIADO

A

Arre égua! Finalmente temos governador.

O novo mandatário tomou posse e já anunciou o novo secretariado. 

Com a proposta de campanha de arrumar a casa, o governador eleito tem menos de 2 anos para cumprir a a sua promessa. E, neste momento, é imprudente fazermos qualquer avaliação ou julgamento das escolhas feitas para esse desafio, ainda que algumas nomeações preocupem e até assustem pelos critérios de escolha adotados. 

Na política, passado o embate das urnas, o vitorioso passa a ser cobrado pelos apoios recebidos e principalmente pelas promessas feitas aos seus ferozes apoiadores. Mente, cinicamente, aquele que diz não ter prometido nada em campanha aos seus apoiadores. E mais... Prometer a político, principalmente se for cargo, é como prometer bombom a menino barrigudo. 

Em resumo, resta-nos acreditar que os escolhidos não estão chegando apenas para ocupar espaços e arrumar a própria vida e dos seus, mas para acertar e ajudar o governador eleito a cumprir a sua promessa de arrumar a casa. Que Deus ilumine a todos e não esqueça de nos protejer também.

27 de setembro de 2017

ONGs de Defesa da Amazônia...


Você tem ideia de quantas ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS - ONGs existem hoje de defesa da Amazônia? Quer tentar um chute?

Você tem ideia do que elas fazem de efetivo pela Amazônia Brasileira? 

Vc tem ideia de quanto, em recursos públicos, já foi destinado a essas organizações nos últimos 20 anos, ano a ano? 

Vc já viu alguma prestação de contas detalhada dessas organizações de defesa da Amazônia? 

Você sabe dizer o nome de algum líder de alguma dessas centenas de organizações, sua origem, onde de fato esse líder reside, quanto recebe de salário, pago com dinheiro público, para comandar as atividades da organização?

Calma! Nada contra as ONGs. Elas tem a sua importância e valor na luta pela Amazônia Brasileira (para os brasileiros). Acontece que existem ONGs e ONGs. Porém, acredite... Tem muita malandragem da grossa nesse Universo. Muito recurso público usado em nada para gerar coisa alguma. Muita coisa esdrúxula acontecendo, supostamente em defesa da Amazônia e mantida com dinheiro público ou de origem extremamente duvidosa.

Em resumo, não vejo iniciativas políticas efetivas no sentido de passar a limpo esse segmento na Amazônia. 

Tá na hora de passar a limpo, antes que seja tarde.




ROGÉRIO 157

Lendo e vendo os noticiários diários, fico imaginando quanto está custando essa operação para subir o morro e tentar pegar o tal ROGÉRIO 157. Êta bandido liso maninho...

Qual será efetivamente o resultado esperado dessa operação de guerra? Já vimos esse filme numa outra oportunidade e agora estamos vendo e ajudando na nova versão. Afinal, não podemos esquecer que somos nós, contribuintes, que pagamos todas as contas. 

Gente, são todas as forças armadas, mais a policia civil e militar carioca, e sabe Deus quem mais, participando dessa operação que está sendo mostrada ao mundo inteiro. Aqui se mata mais do que em muitas guerras, guerrilhas e atentados sangrentos mundo afora.  

Imagino que essa operação tenha sido planejada, do contrário as forças armadas não entraria numa furada dessa. Uma das metas, creio eu, seja colocar as mãos nos grupos que comandam o tráfico, em particular no ROGÉRIO 157, vivo ou morto. Por enquanto, o bandido liso parece que está conseguindo escapar e desmoralizar o aparato montado para chegar nele. 

Tem um detalhe nisso tudo. Se pegarem 157 vivo, ele vai comandar do mesmo jeito de onde ele estiver. É o que acontece. É fato! Se for pego morto, em menos de 24 horas já existirá no lugar dele, outro igualzinho ou pior que ele, ditando as regras no morro do mesmo jeito e colocando para correr de lá quem ouse desafiá-los, até a próxima operação de guerra

E viva o Brasil!

E se o CONGRESSO fosse sério...

As propostas de reforma política que estamos vendo acontecer, principalmente vinda da maioria daqueles que lá estão pensando primeiro no próprio umbigo, mostra claramente que os nobres (?) parlamentares não são merecedores do respeito do cidadão brasileiro.

Se estão sendo xingados nas ruas, nas redes sociais, nos aeroportos, dentro dos aviões e restaurantes, é porque o povo está de saco cheio. Eles sabem disso, mas continuam acreditando que o brasileiro é bobo, é otário, vai reclamar, reclamar, reclamar e depois esquece.

Vejam a proposta para bancar as campanhas dos partidos políticos. É uma estupidez! É um estupro contra o contribuinte. Querem mais de 3 bilhões de reais. Pior, querem meter a mão em verbas de EMENDAS que, bem ou mal (são imorais também), vinham sendo destinadas a obras em benefício de população. Alguém sabe dizer sobre os resultados de obras realizadas a partir de recursos de EMENDAS? Quantas estão sob tomadas de contas especiais e investigações de toda ordem?

Nenhum dos parlamentares propõe, em contrapartida a essa proposta de mais de 3 bilhões para campanha, por exemplo, acabar com algo inútil, comprovadamente inútil neste país. Estamos falando dos cargos de VICE – vice-prefeito, vice-governador, vice-presidente. Em resumo, tem servido apenas para sangrar os nossos bolsos com as despesas para manter essa coisa inútil.

Mas, a título de exemplo, falemos só do cargo de vice-prefeito. Acabar com essa figura, pasmem, representa uma economia anual extraordinária para os nossos bolsos, superior ao que eles, políticos, querem arrancar para as campanhas políticas. Reflitam! São mais de 5.500 municípios em todo o Brasil. Você tem ideia, a título de provocação, quanto custa o vice-prefeito da sua cidade? Fique clara, obviamente, que não é nada contra a figura que está no cargo hoje, até pelo fato de que ocupa de forma legítima. 

Aproveitando a oportunidade, reflitamos juntos e façamos essa pergunta aos nossos candidatos eleitos. Se é que eles estão dispostos a dizer algo. Será que eles conseguem nos convencer da utilidade do vice e do preço que eles custam aos nossos bolsos de contribuintes. Perguntar não ofende né!



20 de agosto de 2017

12 de agosto de 2017

Um presente do Dia dos Pais...

Sexta-feira, 12 de agosto de 2017. Tinha tudo para ser apenas mais uma sexta-feira de trabalho. Por volta do meio-dia, recebi na minha sala a visita do amigo Elilde Menezes, meu ex-chefe, agora já curtindo sua aposentadoria.

Elilde estava me devendo essa visita. Veio tratar de um assunto de nosso interesse. No meio da conversa, já falando de amenidades, ele perguntou-me se eu ia para a feijoada que o nosso amigo em comum, Luciano Muelas, estaria oferecendo aos seus funcionários, no terminal do Porto de São Raimundo, em comemoração ao dias dos pais. Confesso que, envolvido no trabalho, nem lembrava mais desse convite. Resolvemos ligar para saber se a feijoada estava confirmada e, depois de nova intimação, resolvi ir na carona do amigo Elilde curtir não só a tal feijoada, como a bela paisagem que o local oferece, de frente para a Ponte sobre o Rio Negro. 

Quando chegamos no destino a feijoada estava sendo servida. Um grupo pequeno de funcionários já degustava a feijoada que, segundo Luciano, teria lhe tirado da cama às 5 horas da manhã para preparar.  Após avaliação, eu e Elilde concluímos que a nota para a feijoada é 10. Na verdade estava divina. Só não podemos é dar certeza de que foi Luciano mesmo que preparou, ou se apenas deu as ordens na cozinha, o que efetivamente asseguramos que ele sabe fazer com maestria.

Mas, o motivo maior desse relato é outro. Desde o momento que cheguei no local da feijoada, percebi que numa das mesas duas pessoas me observavam. Resolvi me aproximar para cumprimentá-los e, ao fazer isso, um deles olhou-me sorrindo, apontou para o outro que estava à mesa e disse:

- Ele está me dizendo aqui que ti conhece.

Antes mesmo que eu dissesse alguma coisa,  essa pessoa indagou-me:

- Tu és o Emanuel?  Eu lembro bem de você, Eu sou Luiz Jorge, estudamos juntos no Grupo Escolar Antonio Bittencourt, aqui no Bairro da Glória.

Poxa, não dá para descrever a surpresa e a grande alegria em reencontrar esse colega. Imaginem! Estamos falando de algo há 49 anos atrás. Já somos sexagenários. Tínhamos de 12 para 13 anos de idade quando estudamos juntos. De lá para cá nunca mais nos encontramos, ainda que vivendo na mesma cidade. O papo foi muito animado. Lembramos da Prof. da  nossa turma, Maria Helena, da diretora do Grupo Escolar,  Prof. Maria da Glória, para quem inclusive já fiz uma homenagem aqui no meu blog. Lembramos dos colegas, das brincadeiras, das peladas no campo do Sul América... Falamos um pouco de nossas famílias, dos nossos filhos, de nossas trajetórias na vida e marcamos continuar o papo em outro momento. 

Enfim, rever um colega depois de tantos anos é muito bom, gratificante. Vou considerar esse momento como um belo presente antecipado do dias dos pais.