27 de novembro de 2006

Mau Exemplo!...

A mídia local (jornal) há bem poucos dias mostrou a situação de uma viatura da polícia rodoviária no momento em que agentes dessa organização faziam uma operação na estrada, de modo a identificar e punir os carros em situações de irregularidade. Perfeito! Irregularidade é para ser punida mesmo.
O que não pode acontecer é a polícia rodoviária dar o mau exemplo, fazendo a operação com um veículo em precárias condições. Pior ainda quando, para justificar as condições precárias do carro oficial, o agente rodoviário engrossa a voz como forma de intimidação e ainda sai com desculpas que só servem para brincar com a inteligência do cidadão.
Ora, se a polícia rodoviária se acha no direito de executar as suas obrigações com uma viatura em péssimo estado, sob a alegação fajuta de que o governo federal não repassa os recursos para manutenção, isso implica dizer que qualquer cidadão, desempregado, por exemplo, também tem o direito de andar com o seu carro em condições precárias, pelo motivo justo de que sem emprego e sem salário não tem como fazer a manutenção e não pode parar de correr atrás de um novo emprego.
A questão, lamentavelmente, é que a lei só funciona para punir o cidadão. Hoje existe no Brasil inteiro uma verdadeira máquina feroz de fazer dinheiro por meio de taxas e multas de trânsito, cuja arrecadação milionária, com certeza, não volta para o sistema, muito menos para a manutenção das viaturas oficiais. Em contrapartida, todos os anos, o cidadão brasileiro é obrigado a renovar e pagar caro pela licença do seu carro. Se bobear, além da multa o cidadão corre o risco de ter o seu carro recolhido. E quando conseguir liberar o carro, ainda corre o risco de recebê-lo depenado, pois na maioria dos casos a garantia da segurança e integridade do veículo enquanto este estiver retido, também é precária.
Mas, façamos justiça. Não só a polícia rodoviária, mais muitas outras organizações públicas, circulam com seus veículos/viaturas em precárias condições e fica por isso mesmo. Não faz muito tempo, uma viatura da perícia de trânsito, por exemplo, foi atender uma perícia na estrada Manaus/Itacoatiara (AM-010) e, chegando lá, o perito teve que arrumar uma lanterna e uma fita métrica emprestada. Como se vê, a precariedade não é só com relação às viaturas – ela é generalizada. Ninguém é punido, ninguém é responsabilizado e a sociedade acaba aceitando esse tipo de mazela e se omitindo de cobrar das autoridades que dêem o bom exemplo. Nós (cidadãos) estamos no dever de cumprir as regras e normas de trânsito, porém também estamos no direito de exigir das organizações que atuam nessa área que dêem o bom exemplo. O Ministério Público com certeza deve estar acompanhando essas notícias e a expectativa é de que atuem em defesa da sociedade, exigindo que as organizações públicas da área de trânsito sirvam de bom exemplo e seus dirigentes sejam punidos (um sonho que pode ser realidade – basta querer) por não manterem suas viaturas de conformidade com a lei que eles aplicam implacavelmente nas esquinas e nas estradas contra o cidadão infrator.

26 de outubro de 2006

Adolescentes Perversos!...

Recentemente o jornal A Critica, na sua página Cidade, trouxe uma reportagem aterrorizadora, falando de adolescentes perversos que matam sem pena e com requintes de muita crueldade. Isso nos faz logo lembrar de um caso recente na cidade de São Paulo e concluir:
– Nós temos também os nossos Chambinhas no Amazonas.
São adolescentes que cometem os seus crimes cruéis, na maioria das vezes conscientes do que estão fazendo e plenamente convictos da impunidade. Ainda que sejam detidos e colocados em Instituições supostamente preparadas e especializadas na recuperação de menores infratores, a única certeza absoluta que temos é que logo serão colocados em liberdade, livres de qualquer responsabilidade pelos crimes bárbaros cometidos.
Imaginem um adolescente de 15 anos violentando uma outra criança, matando, esquartejando o seu corpo em vários pedaços e enterrando. Não se trata de uma ficção! Segundo a Dra. Graça Prola (da Secretaria de Assistência Social do Estado do Amazonas) é uma realidade – aconteceu! acontece!... Esse adolescente, caso esteja ainda recolhido em alguma instituição local, em pouco tempo vai estar solto, sem que tenhamos a menor garantia de que não vai violentar, matar e esquartejar outras crianças. E não será culpa nem do adolescente, pois não foi ele que criou uma legislação que não funciona além do papel, tampouco das instituições encarregadas de promover a recuperação desses adolescentes infratores, pois são instituições que vivem com o pires na mão e só sobrevivem em função do trabalho de profissionais como a Dra. Graça Prola e outros anônimos abençoados e incansáveis. A eles devemos a nossa gratidão, pois sem eles estaríamos numa situação bem pior.
A sociedade precisa reagir. Como diz a Sra. Luissandra (promotora da infância e juventude), são muitas as causas que levam os adolescentes ao mundo do crime ou a praticar determinadas barbaridades que chocam a sociedade. Entre essas causas estão as drogas e a falta de políticas públicas. Estamos iniciando um novo período de governo e, mesmo não levando muita fé na classe política local e nacional, fica a expectativa de que o combate às drogas ganhe o status de “tolerância zero” e que políticas públicas sérias e objetivas, possam ser implementadas em benefício das nossas crianças, jovens e adolescentes.
Para encerrar é bom lembrar que jovens e adolescentes perversos não existem apenas no seio de famílias pobres e/ou desestruturadas. A prova disso está numa recente barbaridade cometida contra o comércio de Manaus, quando uma turma de mauricinhos adolescentes, filhinhos de papai, resolveram passar a madrugada destruindo o patrimônio alheio. Conseguiram não só o que queriam – conseguiram, até prova em contrário, sair impunes desse episódio vergonhoso. Se fossem filhos de pobres, com certeza agora estariam recolhidos ao Dagmar Feitosa ou no Raimundo Parente, como elementos de alta periculosidade. Alguém duvida disso?

6 de outubro de 2006

Sociedade Pestalozzi

É profundamente triste assistirmos uma entidade como a Sociedade Pestalozzi, anunciar que vai fechar por conta de uma dívida. Segundo noticiários, uma dívida de 60 mil reais. Como explicar que existe dinheiro público farto e fácil para tantas coisas, mas não existe dinheiro para ajudar a resolver um problema que inclusive é dever do Estado, ou seja, dar atendimento a crianças e adultos especiais. Até por que o Estado e o Município não possuem estruturas suficientes para oferecer esse atendimento a todos que necessitam.
É bom lembrar que todo ano tem dinheiro público (e não é pouco) para ajudar o carnaval, o boi bumba de Parintins, o Carna-Boi de Manaus, o eterno futebol falido do Amazonas, o festival folclórico, o festival de ópera, cirandas, etc. Ora, se existe grana para tudo isso, fica difícil entender as dificuldades que são colocadas para planejar e/ou ajudar a salvar e manter uma entidade como a Sociedade Pestalozzi. Se existe como arrumar dinheiro, ano após anos, para promover a festa do boi e outras, certamente existe uma maneira de arrumar dinheiro para ajudar a manter todos os anos uma organização como a Pestalozzi, que presta um belo serviço para pessoas especiais e de famílias carentes na sua grande maioria.
É tudo uma questão de vontade política. Nessas horas é que o povo se envergonha e senti a falta de homens públicos sérios e comprometidos com as questões sociais. Por exemplo: se o executivo e o legislativo conseguem tão rapidamente se articularem para mudar e aprovar a forma de aplicação dos recursos destinados à Universidade Estadual para atender outras demandas que julgam importantes e de interesse do Estado, ou então garantir um gordo salário de aposentadoria perpétua para determinado cargo público, com certeza poderão fazer exatamente o mesmo para mudar e aprovar a destinação de recursos de algum lugar para ajudar a salvar uma organização série e de interesse público. Quem disser que não pode, vai ter que explicar por que no caso da universidade e da aposentadoria foi tão fácil e possível.
Em momentos como este da Sociedade Pestalozzi, é que gostaríamos de ver os nossos políticos cobrando uma atitude do Estado e do Município, com a mesma indignação com que cobram os serviços, a pavimentação e/ou tapa buraco para os seus redutos eleitorais e/ou comunidades que lhes asseguram os mandatos por meio do voto. Queria sinceramente de ver políticos se descabelando de raiva na frente das câmaras de televisão pedindo ajuda para a Pestalozzi, como estamos acostumados a ver alguns fazendo isso raivosamente e se aproveitando das circunstâncias e das mazelas sociais que afligem as camadas mais carentes de nossa população. E não venham com aquela conversa fiada de que a entidade é particular e que por isso o Estado não pode ser cobrado por que não tem compromisso e/ou responsabilidade com a mesma. Embromação não!...
Só de energia elétrica, conforme anunciado, a dívida é de 9 mil reais. Tudo bem!... Creio que nesse caso a Manaus Energia, ou seja lá qual for a concessionária, deva usar para não cometer essa maldade de mandar cortar, os mesmos argumentos que usam para manter os olhos vedados e não desligar as centenas de gatos de energia espalhados nas zonas carentes da periferia da cidade, beneficiando inclusive gente que de carente não tem nada. Como eles dizem para não cortar - é uma questão social. Que se aplique essa regra para a Sociedade Pestalozzi ou vão se envergonhar de mandar contar essa energia.
Para encerrar duas coisas muito importantes: primeiro parabenizar a Sra. Silvia Luíza pela determinação e coragem de assumir o desafio de dirigir a Sociedade; segundo expressar a minha mais profunda admiração, respeito e orgulho pela lição de amor e solidariedade das funcionárias Maria Oliveira Mendes e Telma Andrade de Souza que, sem salário há mais de 3 meses, vão trabalhar a pé, sem perder o sorriso, a fé e a esperança. Deus as abençoe!...


4 de outubro de 2006

De olho neles!...

Acabou! Agora não é mais hora de criticas e lamentações. De nada adianta agora ficarmos reclamando do grupo de políticos eleito para o futuro mandato. Se não é aquele grupo que se esperava - paciência!... Vamos respeitar a decisão do povo. Bons ou maus – eles foram eleitos pelo voto e ponto final.
O destaque a fazer é que sabemos que só uma parte dos eleitos representa de fato a vontade da população. Uma outra parte na verdade foi eleita por um mecanismo esdrúxulo e bem sem-vergonha (legenda), que só serve para colocar no poder candidatos que não tiveram a aprovação popular nas urnas. Uma mazela que a maioria dos políticos no fundo quer preservar, pois mais cedo ou mais tarde podem acabar sendo um dos beneficiados. Por conta disso, conclui-se facilmente que nessa democracia que aí estamos assistindo acontecer, político 100% série e 100% ético ainda está por nascer.
O importante nesse momento pós-eleição é tomarmos a consciência de que elegemos o deputado estadual para exercer o mandato de deputado estadual; o federal para exercer o mandato de deputado federal; e o senador para ser senador. Daqui para frente o dever deles (eleitos) é trabalhar pelo mandato que ganharam e justificar a confiança depositada pelo povo. Aliás, alguns vão ter o que nunca tiveram: bons salários, vantagens pessoais, mordomias, assessorias e tudo o mais que precisarem para realizarem um bom trabalho e cumprirem um bom mandato. Não vão precisar se associar ao clube dos vampiros nem jogar no time dos sanguessugas. Também não vão precisar dormir preocupados com as operações da polícia federal ao amanhecer. Porém, se caírem em tentação – pelo amor de Deus resistam!...
Ao escolhermos o deputado estadual, por exemplo, entendo que não lhe demos o voto para que ele, depois de eleito, largue o mandato a qualquer tempo e vá aceitar convite para qualquer outro cargo, seja ele qual for. Até por que na maioria das vezes largam do mandato e vão assumir pastas das quais não entendem coisa nenhuma. É como aquele político que larga o mandato de Deputado Estadual ou Federal e vai ser Secretário de Produção Rural sem saber distinguir um boi de um pé-de-couve. Tudo acaba sendo feito de modo a atender exclusivamente as conhecidas articulações de porão, as conveniências políticas de momento - e o eleitor que se dane.
A renovação que assistimos com certeza não foi aquela que imaginávamos que iria acontecer. Ficou um pingo de decepção. Mas foi a renovação que o povo do Amazonas entendeu que devia fazer. Acredito que esse grupo que foi eleito para o futuro mandato (Assembléia) pode surpreender e começar a limpar a imagem ruim que está sendo deixada pelo atual mandato. Quem sabe desta feita não teremos uma maioria muito mais comprometida com o desejo de bem servir ao povo, do que bem servir e render homenagem ao poder. Na Câmara Federal perdemos um parlamentar que vai fazer muita falta na defesa dos interesses da ZFM, mas surgiram outros que podem surpreender e fazer a diferença. Eu boto fé nisso!...
Agora só nos resta anotar direitinho o que os nossos candidatos prometeram cumprir durante o mandato e em princípio não permitir que venham depois com a conversa fiada de aceitar convite para assumir outros cargos públicos, principalmente se for para atender as famigeradas articulações de porão. Eles ainda nem começaram e/ou recomeçaram – mas já estamos de olho grudado neles.

21 de setembro de 2006

A Revolta de Sandra!


MEU PROTESTO
Texto de: Sandra Monteiro
Gostaria de aproveitar esse espaço para manifestar minha total indignação com a forma deselegante que a turma do Casseta e Planeta encontrou para "satirizar" a passagem da Caravana do Jornal Nacional pela Região Amazônica. Admiro o jeito do grupo fazer humor. Eu mesma costumo não deixar passar muita coisa, faço logo uma gozação. Mas daí a tratar pejorativamente os moradores da região, como aconteceu na noite de terça (19), na "Caravana do Casal Nacional", nem pensar!
Não que esteja radicalizando, mas é que me revolta ver que em pleno século 21 ainda há gente que imagina a Amazônia como "terra de índios", como se os índios fossem seres inferiores e a região uma imensa floresta, longe de qualquer vestígio de civilização, a ponto da "Ótima Bernardes", do casseta Reinaldo, se mostrar aliviada por estar num avião que a levaria embora da Amazônia, porque estava com saudades de um shopping.Ora, será que os "ilustres cassetas" esqueceram das aulas de História? Será que eles não lembram mais que os índios eram os donos não só da Amazônia, mas de todo o território brasileiro?
Gostaria muito de poder dizer aos humoristas que não troco nenhum de nossos "índios" por um civilizado do PCC ou do Comando Vermelho (facções criminosas que dominam os estados de São Paulo e Rio de Janeiro, onde vivem os famosos cassetas). Nossos índios não induzem crianças e jovens a consumir drogas e praticar crimes, incluindo assassinatos bárbaros, em defesa do tráfico de entorpecentes.Seria muito bom que essa turma se desse ao trabalho de procurar nos eletroeletrônicos que devem ter em casa, a origem de seus aparelhos, onde foram fabricados. Certamente que a grande maioria tem o selo "Produzido na Zona Franca de Manaus". Eles não devem saber que foram os "índios amazônicos" que os produziram. Os cassetas também devem desconhecer que nosso parque industrial dá empregos a muitos e muitos cariocas, paulistas, gaúchos, curitibanos, mineiros, entre que encontram aqui a chance que não conseguiram na "civilização".
Pra finalizar, gostaria de ressaltar que essa é uma opinião de uma carioca que há 24 anos vive em Manaus, terra maravilhosa que vi crescer, evoluir, ficar moderna.É uma pena constatar que ainda existam pessoas que não tiveram a oportunidade de conhecer nossa civilização!
Sandra Monteiro

18 de setembro de 2006

Juiz Trapalhão (Parte II)

Gente! Eu pensei que o juiz Ataíde fosse só um trapalhão. O sujeito, como diz o caboclo, ficou tiririca e resolveu se transformar num homem bomba, digo, juiz bomba. Em lugar de se defender do que fez, afiou a língua e mandou veneno para tudo quanto é lado. Começou colocando todo mundo dentro do mesmo balaio, do governador até os procuradores do ministério público, e concluiu – “juiz que pede benção a quem quer que seja para decidir, não é juiz”.
Sinceramente eu não sei de onde foi que ele tirou essa conclusão de efeito, mas já fico arrepiado só em imaginar que possam existir outros Ataídes de plantão por aí pensando e agindo igualzinho. Ave Maria!...
Para justificar a decisão de soltar os bandidos, o juiz Ataíde não perdoou ninguém - chamou a justiça de paralítica e o Ministério Público de moroso. Como ele faz parte desse meio há algum tempo e já está pensando até em aposentadoria (segundo noticiário), com certeza tem muita gente achando que ele esteja falando com conhecimento de causa. Eu prefiro acreditar que o juiz Ataíde anda meio atrapalhado das idéias, principalmente pelo fato de que não conseguiu justificar de forma convincente a sua atitude de mandar soltar bandido perigoso. Pior ainda quando diz que a segurança pública não é um problema dele, mostrando total descaso com a situação de insegurança e violência que a sociedade vem enfrentando em toda a cidade de Manaus.
Para uma sociedade que vive num clima de insegurança cada dia pior, as declarações do juiz Ataíde acabam funcionando de fato como uma bomba, levando muita gente a se sentir numa situação de desespero total. É só imaginar um Estado que tem um juiz plantonista soltando preso de roldão (segundo ele por incompetência de quem formata mal os processos), uma justiça paralítica, um ministério público moroso e uma segurança pública falida, que aliás até agora não deu conta ainda nem dos meninos danados que passaram uma madrugada inteira brincando de destruir as vitrines das lojas da cidade. Se for isso aí mesmo – só nos resta ajoelhar e pedir a proteção de todos os santos.
Outros destaques interessantes das entrevistas do juiz Ataíde aos jornais da cidade, foram o bigode que ele arrumou para o governador e o novo nome que ele deu para o desembargador Domingos Chalub – o Tal Chalub. Tudo isso, creio eu, depois de já ter recebido o castigo de 30 dias de suspensão.
Vejam a que ponto chegamos. Um JUIZ, em lugar de contribuir para resolver aquilo que ele classifica de paralisia da justiça e morosidade do Ministério Público, simplesmente faz a opção pelo pior. Aproveita-se das supostas falhas de processo, paralisia e morosidade das instituições e promove uma festa no seu plantão de trabalho, dando liberdade na calada da noite para bandidos de alta periculosidade. Resumindo – o povo que se lasque!...
A preocupação maior agora é que este não seja mais um escândalo que vai ser cozinhado em banha maria por algum tempo, a espera que a memória curta do povo se encarregue de enterrar. É importante destacar que a justiça, o ministério público, autoridades do executivo e do judiciário foram duramente atingidas por declarações explicitas do juiz Ataíde. Vamos ficar atentos aos próximos acontecimentos e esperamos que este não seja mais um escândalo a ser vergonhosamente varrido para debaixo do tapete. Àqueles que vão tratar de investigar, analisar e julgar esse caso (seja lá de onde for), o nosso apelo dramático – pelo amor de Deus não nos decepcionem! Será que é pedir muito?