19 de janeiro de 2013

BIBLIOTECA PÚBLICA de Manaus

revistadehistoria.com.br

Quando falamos da Biblioteca Pública de Manaus e de toda essa bronca pelo fato de continuar fechada, a única explicação que eu encontro para essa situação é a falta de vontade política de resolver o problema e entregar o prédio para o povo. Além, obviamente, da alta confiança das autoridades responsáveis de que o povo reclama, reclama, reclama, mas não vai além disso. Entretanto, para preocupação das autoridades, vem crescendo a indignação e a mobilização por conta dessa situação. Parabéns às lideranças desse movimento e aos que estão engajados nessa luta.

Ainda com relação a essa questão, fico imaginando se de repente um desses mega eventos que acontece no Teatro Amazonas, por exemplo, ficar ameaçado por qualquer tipo de problema naquele prédio. Vale também para o bumbódromo de Parintins. Vocês acreditam mesmo que esses eventos ficariam sem acontecer por 5 anos consecutivos? Evidentemente que não! Com certeza absoluta as autoridades responsáveis moveriam montanhas para arrumar o dinheiro e mais o que for necessário, para corrigir ou consertar o(s) problema(s), mas jamais cancelar, retardar, prorrogar ou deixar de realizar os eventos. Pena que a biblioteca não receba esse mesmo tratamento...

PILOTOS AMERICANOS


Lembram-se dos pilotos americanos que causaram uma tragédia no Brasil, trazendo  indignação, dor, sofrimento e saudade para centenas de famílias brasileiras? 

Essas figuras, meus amigos, pegaram a pena imoral de 3 anos, 1 mês e 10 dias. Agora, o MPF, no Brasil, quer aumentar essa pena, porém, pasmem, ela seria cumprida lá nos Estados Unidos. 

Quanta hipocrisia! Lá nos USA, meus caros, essas figuras, depois de covardemente liberadas pelas autoridades brasileiras, foram recebidas e são tratadas até hoje como heróis. Se essa tragédia causada por esses assassinos, tivesse acontecido em território americano, provocada por pilotos brasileiros, nunca teriam recebido autorização para sair de lá e já estariam na cadeia pagando por cada uma das mortes causadas e, dependendo do estado americano, já poderiam até ter sido executados numa cadeira elétrica ou algo similar, sob os aplausos de boa parte da sociedade americana.

15 de janeiro de 2013

AUXÍLIO-PALETÓ & AJUDA DE CUSTO


Afinal, minha gente, essa coisa chamada AUXILIO-PALETÓ é SALÁRIO ou é AJUDA DE CUSTO?

Agora, sob a mira do LEÃO, parlamentares juram de pé junto que o auxílio-paletó não é salário – é ajuda de custo. Não se assuste se aparecer parlamentar jurando até que não sabia de nada, nem que recebia ajuda para comprar paletó.  Na verdade, mais uma vez vão tentar nos tratar como bobos ou como otários.  Acontece, meus caros, que agora surgiu um fato novo, melhor dizendo, surgiu uma figura nova. O LEÃO da RECEITA FEDERAL, que não é manso e de bobo não tem nada, está querendo todas aquelas explicações que sempre nos foram negadas ou então fornecidas sem a necessária transparência.

Vejam como são as coisas!

Quando foi para não ter que prestar contas de um único centavo da “ajuda de custo” que recebem todos os anos, supostamente para comprar paletó, daí o nome auxílio-paletó, os parlamentares foram atrás do jeitinho brasileiro e, obviamente, encontraram. Resolveram chamar a  tal “ajuda de custo” de 14º salário. Na ALE não foi diferente. Por  lá eles também transformaram a  ajuda de custo em 14º e 15º salários, pois assim ficariam livres daqueles contribuintes chatos,que não se contentam em apenas pagar os seus impostos. Entretanto, como a tal ajuda de custo recebeu o nome de salário, os parlamentares entendem que não devem nenhuma explicação ao contribuinte do que fazem com o dinheiro que nasce do suor do trabalhador que paga todas as contas do parlamento.

Surpreendentemente, agora, quando o LEÃO da RECEITA FEDERAL resolveu entrar em cena, ouço e leio parlamentares alegando que não devem nada ao LEÃO, pois a grana que já meteram e vão continuar metendo no bolso, pasmem, não é “salário”, é “ajuda de custo”. Ora bolas! Se  é ajuda de custo, caros parlamentares, então todos, indistintamente,  estão no dever de prestar contas sim, inclusive documental, de cada centavo recebido como auxílio-paletó. E mais! Se for ajuda de custo, ela não pode ser desviada para outra coisa. Se for “ajuda de custo” e tem por finalidade auxiliar o parlamentar a comprar paletó, esse parlamentar não tem autoridade, não tem poderes para pegar essa ajuda e usar em outras coisas, nem mesmo para fazer doação/caridade como alguns estão fazendo, tirando na verdade proveito político de algo que há muito tempo vem sendo objeto de crítica e indignação por parte da sociedade. Se o parlamentar é contra o auxílio-paletó, que renuncie a ele já.

Por último, nós, contribuintes, temos que ficar atentos, pois se o LEÃO entender que os parlamentares recebiam 14º e 15º salários e não “ajuda de custo”, eles terão que recolher o imposto sobre tudo aquilo que já receberam. Daí, meus caros, da mesma forma que se reuniram para criar e aprovar o famigerado auxílio-paletó, vão se reunir outra vez para discutir como alegar inocência no caso e passar a conta para o bolso do povo. Duvide não!...

13 de janeiro de 2013

DIGA NÃO AO AUXÍLIO-PALETÓ!



AUXILIO-PALETÓ & LEÃO
Os parlamentares continuam nos tratando como bobos, sem dar a menor importância para o fim do famigerado e imoral auxílio-paletó. Agora, o auxílio-paletó, que era só uma preocupação do contribuinte que não aguenta mais pagar essa conta, passou a ser alvo de investigação do LEÃO da Receita Federal. A ideia em transformar a verba de auxílio-paletó em salário (14º salário) parecia perfeita. Com isso, parlamentares não precisam prestar contas da verba recebida como auxílio-paletó. Podem gastar a grana com outras coisas, inclusive nenhum centavo com paletó. Entretanto, ao transformarem a verba do auxílio-paletó em salário, esquecendo que existe a fatia do LEÃO, fatia esta que nunca foi paga.  Em resumo, o feitiço voltou-se contra o feiticeiro.
O risco, agora, é os parlamentares arranjarem um bode expiatório e transferirem essa dívida com o LEÃO, que é exclusivamente deles, para o bolso do contribuinte. Nós, contribuintes, que até agora fomos tratados como bobos nessa questão do auxílio-paletó, se não abrirmos o olho, vamos ser transformados em otários.

AUXILIO-PALETÓ & MOBILIÁRIO
Carece de confirmação... Dizem que muitos parlamentares utilizam a verba de auxílio-Paletó para compras diversas, inclusive a compra de móveis para seus gabinetes. Isso é no mínimo desvio de finalidade. Se o dinheiro é para paletó, como explicar o uso para compra de móveis para os gabinetes? Aliás, isso não seria uma improbidade administrativa? Não bastasse isso, quando chega ao final do mandato, aqueles parlamentares derrotados nas urnas, se acham no direito de vender os móveis que compraram com a verba de auxílio-paletó. Se não conseguem vender, simplesmente retiram do gabinete e levam para casa. É uma verdadeira farra com o dinheiro público. Tem quem ache isso normal e legal, principalmente a maioria dos parlamentares que não querem abrir mão de jeito algum do famigerado auxílio-paletó. Quando é que o Ministério Público, em defesa da moralidade e do interesse público, vai se debruçar para analisar essa questão e oferecer as respostas que nunca foram dadas à sociedade?   

DOAÇÃO DO AUXÍLIO-PALETÓ
Parlamentar que não concorda com o auxílio-paletó, deve renunciá-lo. É mais digno! É mais honesto! Essa ideia de pegar o auxílio-paletó e doar para uma entidade de caridade, não muda muita coisa. Fazer caridade com dinheiro alheio é moleza. Isso é clientelismo! É marketing barato! Uma forma de chamar a atenção, conquistar simpatia e principalmente votos dos beneficiários diretos e indiretos da doação. Por mais que tentem se explicar do contrário, os políticos que doam a verba de auxilio-paletó vão ser olhados sempre como oportunistas.   



20 de dezembro de 2012

No rumo do caos!

De acordo com os noticiários, o governo federal decidiu manter a redução do IPI para os carros. Com isso, meus caros, milhares de veículos vão continuar entrando por dia nas ruas das cidades. Basta olharmos para Manaus e já dá para ter uma ideia do que isso representa em termos de desumanização da nossa cidade, em curto e médio prazo.

E se não bastasse isso, paralelamente estamos assistindo os governadores se matarem por conta das receitas futuras a partir do pré-sal, que resultará, entre outras coisas, em bilhões de toneladas de gás carbônico na nossa atmosfera. Diante dessa realidade, dá para acreditar que as nossas autoridades estão preocupadas com o meio ambiente e a sustentabilidade deste planeta? Perguntar não ofende né...

12 de dezembro de 2012

ENSINO PÚBLICO tá ruim...



Enquanto a sociedade, em particular as famílias mais carentes, não tomarem a consciência de que são corresponsáveis pela má qualidade do ensino que temos nos dias de hoje, a tendência é só piorar.

Esperar ou imaginar que as nossas autoridades ou os nossos políticos venham a resolver essa questão, cá para nós - é um suicídio! Nossos políticos, com algumas exceções, na verdade vivem da miséria e da desgraça do povo. A maioria prega o lema – quanto pior, melhor – pois é exatamente em cima disso que eles montam seus discursos, fazem promessas, mentem bastante e depois não cumprem coisa alguma. Eles agem confiantes de que o povo vai continuar apático, omisso, vai sempre reclamar, reclamar, reclamar, mas depois se conforma e esquece. E, pasmem, ainda existem aqueles pais que preferem colocar a culpa naquele lá de cima, dizendo:  – É a vontade de Deus!


Se o professor não comparece à sala de aula, em lugar de reclamarem, os alunos comemoram. Mas, se por algum motivo falta merenda ou a diretora toma alguma medida disciplinar mais rigorosa, eles quebram alguma coisa para chamar a atenção ou os próprios pais se encarregam de chamar a rádio e a televisão para denunciar – tá faltando merenda! – a Diretora é uma megera! Fora Diretora! E assim vai...

Os políticos sérios deste Estado precisam estar mais atentos e até mais presentes no dia a dia das Escolas Públicas. Montar estratégias para fortalecer o interesse e a presença dos pais e responsáveis nas atividades das Escolas. Isso inclusive pode ser feito através das Comunidades organizadas dos bairros, levando pessoas qualificadas para falar desse tema. Promover reuniões e palestras com a comunidade para orientar e discutir como deve ser a participação dos pais na gestão e no sucesso das atividades das Escolas de seus filhos. Será que é tão difícil fazer isso?