8 de setembro de 2007

É hora de reagir!...

Imagens de um trágico acidente de trânsito em Manaus, segundo comentários de alguns amigos, passou a semana inteira disputando a liderança de acesso na Internet. Eu vejo apenas como mais um acidente de trânsito resultante do abuso de velocidade. Pior! É mais um acidente de trânsito envolvendo jovens adolescentes que perderam a vida estupidamente numa disputa imbecil de carros. O próprio nome escolhido para essas disputas é idiota – pega!

Por conta disso, não sinto a menor curiosidade para acessar essas imagens de terror e não vou com isso ajudar a amenizar a dor e o sofrimento das famílias que perderam seus filhos.
O mais triste disso tudo, é a certeza de que esta foi só mais uma tragédia por conta dessa brincadeira idiota. Brincadeira de gente que simplesmente acha lindo e divertido brincar com o perigo e desafiar a morte. Hoje mesmo, enquanto escrevo essa crônica, amanhã ou na primeira madrugada do próximo fim de semana, vamos estar novamente lamentando outro acidente e assistindo outros jovens serem enterrados antes do tempo. Exatamente isso que estou dizendo – antes do tempo. Ninguém vai me convencer que essa estupidez é obra do destino ou a vontade de Deus. Não me venham com essa conversa fiada.

Agora, com a tal Internet, quando vejo anunciado que milhares de pessoas estão usando uma de suas ferramentas para assistir as imagens de mais essa tragédia no trânsito envolvendo jovens, eu fico imaginando:

- O que leva essas pessoas a acessarem a Internet para assistirem cenas tão terríveis de um acidente de trânsito? Qual será a lição que as pessoas tiram dessas imagens depois de assisti-las, principalmente quando são jovens e adolescentes, como aqueles que perderam a vida estupidamente? Diante de tamanha brutalidade, qual será a atitude desses jovens e adolescentes para tentar impedir novas desgraças dessa natureza? Qual a chance de nascer um movimento comandado por jovens e adolescentes para ajudar as autoridades a acabar com os “pegas” nas madrugadas e impedir que pais e famílias inteiras chorem por toda a vida a perca de um filho?

Sabemos das dificuldades que existem para as autoridades combaterem os “pegas”, porém é hora de pensar como apertar o cerco para valer, não só contra jovens e adolescentes irresponsáveis que representam perigo no volante de um carro, mas também contra a irresponsabilidade de pais que colocam um carro nas mãos de um filho que não tem idade para dirigir, não respeita a própria vida e pouco se importa com a vida das pessoas e dos colegas que lhe acompanham. É preciso combater essa situação com mão de ferro.

Hoje, em Manaus, grupos de jovens e adolescentes dirigem sem carteira impunemente, desafiam e ameaçam os educadores nas escolas, promovem quebra-quebra de vitrines, fazem arruaças e arrumam confusão nos bares e nas casas de show onde passam. Muitos, lamentavelmente, depois de praticarem essas imbecilidades, ainda contam com a proteção do papai e da mamãe, que acham normal o comportamento desajustado de seus filhos.

O pai que de livre e espontânea vontade coloca a chave de um carro nas mãos de um filho que é menor de idade e irresponsável, tem que responder por todos os atos praticados pelo mesmo. Na hora que os pais sentirem na própria pele o peso da lei pelos atos praticados pelos seus filhos menores dirigindo no trânsito ou promovendo arruaça por onde passam, com certeza essa realidade toma um outro rumo. Alguns pais fazem de conta que não sabem de nada, outros simplesmente não fazem a menor idéia do que os filhos menores fazem nas ruas dirigindo ou freqüentando os lugares na madrugada. Na hora que tiverem que pagar de fato pelos atos desses menores, com certeza vão prestar mais atenção no tipo de criação e liberdades oferecidas aos seus filhos. Repito: é hora de reagir, é hora de apertar o cerco para salvar vidas.

1 de setembro de 2007

Está na hora!...

O brasileiro que acompanha o noticiário nacional, seja no rádio, jornal ou televisão, todos os dias vive momentos de euforia e desesperança. Uma notícia boa normalmente é tombada por uma dúzia de notícias ruins. Recentemente fomos surpreendidos pela decisão que mantém aquele promotor assassino de São Paulo em condições privilegiadas, até que aconteça o seu julgamento. Além de continuar livre, leve e solto, com o salário integral pago pelo contribuinte, o promotor assassino ainda deve escapar do julgamento popular, devendo enfrentar como julgadores, aqueles que, salvo melhor juízo, estão lhe outorgando os privilégios que vêm revoltando a sociedade brasileira. Aliás, em São Paulo, essa coisa de oferecer privilégios para bacanas da justiça e/ou promotoria, e que deviam estar na cadeia, tem como grande exemplo o juiz Lalau, digo, Nicolau. E ainda tem quem tenha pena dessa figura dizendo: coitadinho – está velhinho! Os mais cínicos apelam até para a aplicação do código do idoso para justificar os privilégios ao velhinho Nicolau. Tudo bem! – velhinho, mas safadinho toda vida.

Não precisamos pensar muito para saber qual rumo tomaria esse caso do promotor, se o dito cujo, que usou uma arma e disparou vários tiros para eliminar sua vítima, tivesse tido a coragem de enfrentá-la de homem para homem, de igual para igual, e, no final do embate, terminasse na sarjeta surrado ou então correndo feito um louco para não apanhar mais. Nesse caso, o agressor do promotor com certeza já estaria preso até hoje, sob a acusação de agredir uma “autoridade” do ministério público. Os privilégios que o promotor consegue arrancar para se manter livre da cadeia, se constituiriam em dificuldades intransponíveis para o cidadão agressor conseguir responder livre pela surra dada no promotor. Mofaria na cadeia esperando pelo julgamento e com certeza não ganharia uma linha ou um minuto na mídia para pedir socorro.
Isso é Brasil! Por isso já não nos surpreendemos mais. Falta-nos (brasileiros) sair do marasmo e da condição de expectador sonolento, de sangue de barata, que só reclama e lamenta, que só reza e espera pelo milagre divino, e partirmos para a revolta popular. Está na hora de tirarmos a bunda da cadeira e acompanhar aqueles que estão se mobilizando (de forma organizada e ordeira) e indo às ruas e praças públicas para cobrar de todos os poderes, mais dignidade, mais respeito, mais vergonha, mais decência e mais compromisso com o futuro da sociedade brasileira.

A gente já sabia!...


Nada produz mais notícias em Manaus do que o sistema de transporte coletivo.
Desta feita, um vereador do PT, segundo noticiário local, resolveu enfrentar os colegas para provar para a sociedade amazonense que houve uma operação abafa para sepultar a instalação da CPI para investigar as empresas de transporte coletivo da cidade de Manaus.

Faz isso não maninho! A gente - o povo - já sabia que isso ia acontecer. Se o vereador vai a campo de futebol ou assisti pela televisão, já deve ter visto aqueles cartazes que o torcedor leva para o campo de futebol com os dizeres – EU JÁ SABIA!? Pois é! Faltou alguém levar esse cartaz para o plenário.

Mas fique tranqüilo nobre vereador - ninguém foi surpreendido. Se alguém foi surpreendido, creio que foi só você. Provavelmente pelo fato de não estar ainda perfeitamente familiarizado com a rotina da casa, onde uma CPI dorme instalada e amanhece tranquilamente abafada, morta e sepultada. Como dizem os políticos quando são convidados a explicar essas mazelas – é a dinâmica da política. Sendo assim, é bom o vereador se conformar, pois pensar que vai conseguir ressuscitar esse defunto, eu lhe asseguro – vai ser mais fácil o meu FAST chegar um dia na primeira divisão do brasileirão. Mas, se o vereador conseguir contrariar essa tal “dinâmica”, eu lhe prometo – na próxima eleição o meu voto é seu.

O vereador disse também na mídia, segundo noticiado, que conhece as motivações que levaram os vereadores a retirar o apoio ao pedido de CPI.

Ô maninho – fica frio! Não é só você que sabe disso. Todos os seus colegas de parlamento sabem. O povo (incluindo os seus eleitores), que não é bobo, também conhece direitinho o que é que leva um político a mudar de idéia na maior moleza. Com certeza, em determinados casos, como este do transporte coletivo, mudar de idéia está longe de ser algo para o povo, pelo povo e até a morte se for preciso. Sonhar não custa nada, não é pecado, mas diante do que temos assistido, eu prefiro acreditar em papai noel. Não doe e não faz raiva.

Continuando, vejamos o seguinte: se nossos políticos mudam de partido na maior cara de pau, qual seria a dificuldade de mudar de idéia para tirar a assinatura de uma folha de papel pedindo uma CPI. Pensando bem, não podemos descartar inclusive a possibilidade de ter gente que colocou e depois tirou a assinatura, sem ter lido uma única linha do documento. Tudo na valsa! Tudo balela, oba-oba e ponto final. Faz parte do jogo de cena que estamos carecas de assistir. E, depois disso, eles (os políticos) continuam botando fé na memória curta do povo.

Quanto à falecida CPI, salvo engano, ela pretendia investigar as empresas que operavam, ou melhor, operam o sistema e não recolhiam suas obrigações. Aliás, a fiscalização desses serviços públicos também é um dever do parlamento municipal. As regras estão definidas na legislação do Município, onde, aliás, também está claro que o parlamento não poderia funcionar numa obra sem HABITE-SE. Falando nisso, a casa do povo já tem o seu HABITE-SE ou continua dando o MAU EXEMPLO para os munícipes? Alô! Alguém aí para responder?

26 de agosto de 2007

Tiros de Baladeira XII

Parque dos Bilhares (1)
Sem dúvida essa obra é um dos pontos positivos da administração municipal. O projeto concluído ficou muito bonito e a população vem marcando presença naquele local. Espera-se que as pessoas que frequentam esse espaço ajudem a mantê-lo limpo e conservado. Quem presenciar atos de vandalismo e de destruição no parque, não deve deixar passar batido. O certo a fazer é no ato chamar e/ou alertar os policiais presentes no local.

Tolerância ZERO! (2)
O Parque dos Bilhares ganhou a simpatia da população. Pessoas de todas as idades circulam alegres por todos os espaços e ambientes criados dentro do parque. Isso é muito gratificante! Mas a continuação desse ambiente alegre, saudável e festivo, com a presença diária de pessoas de todas as idades, vai depender muito de uma política de tolerância ZERO contra galerosos, viciados, vândalos e toda espécie de gente ruim.

Boi Bumbá de Manaus (3)
Neste último sábado a noite, no Parque dos Bilhares, quem passou por lá teve a oportunidade de matar a saudade dos bons tempos dos nossos Bois Bumbás de Manaus. Sentei um pouco na platéia e, ao som de algumas das antigas toadas, voltei no tempo e relembrei momentos inesquecíveis de minha infância e juventude. No palco, reunidos para cantar e contar suas histórias, eu vi com satisfação e orgulho, os velhos e incansáveis batalhadores e guerreiros do nosso Boi Bumbá local. Confesso que a emoção e a saudade bateu forte. Recordei do Festival Folclórico que acontecia todos os anos no Campo do Estádio General Osório, hoje pertencente ao Colégio Militar. O festival era muito rico de atrações. Tudo era muito bonito de assistir. Porém, as noites mais esperadas eram das apresentações dos Bois Bumbás. E a única noite imperdível, era a noite do meu Boi Bumbá Corre-Campo.

25 de agosto de 2007

Vândalos!...


A sociedade amazonense viveu mais um momento de indignação, mas com certeza não está surpresa com o novo ataque dos vândalos (?) na cidade de Manaus. O mais certo é que a impunidade com relação ao caso ocorrido no ano passado, serviu como um convite para mais uma noite de terror e destruição, praticada por um bando de idiotas, que encontram proteção em casa para as imbecilidades que praticam nas ruas. Por conta desse novo ataque, o caso passado foi relembrado e o nome dos envolvidos divulgados em um jornal local. Para minha surpresa, entre os vândalos do ataque passado, existe uma mulher. Eu que imaginava que todos os imbecis eram apenas mauricinhos, me enganei redondamente. Daí eu ficar imaginando qual teria sido a participação da patricinha naquela noitada de ataque ao patrimônio alheio. Vejamos: teria sido ela quem escolhia os alvos do ataque? Será que cuidava do reabastecimento da munição de destruição? Na minha imaginação, eu acho que a pivete devia só comandar os gritinhos histéricos de comemoração da galera, a cada alvo destruído no caminho.

Tem quem acredite, e não são poucos, que o caso atual vai ter o mesmo destino do primeiro. Vai ser investigado, vão descobrir quem são os imbecis, mas o processo vai mofar em algum lugar, como vem mofando o primeiro. O secretário de segurança do estado disse na rádio que a polícia fez a sua parte, ou seja, de investigar e apontar quem foi que destruiu o patrimônio público. Fica entendido que o processo, depois de concluída a fase de investigação policial, está emperrado em algum lugar. E qual seria o motivo? Ninguém vem a público, ninguém coloca a cara de fora para esclarecer a sociedade em que pé está esse processo e porque está demorando tanto a ter uma conclusão.

Essa situação nos leva a pensar: será que o problema dessa lentidão são as falhas ocorridas no processo na etapa de investigação? Digo isso porque estou careca de ouvir que os processos ficam encalhados na justiça por serem mal conduzidos e/ou mal instruídos. Traduzindo, significa dizer que a demora é fruto de incompetência profissional, o que de certa forma não se justifica, pois nossos delegados, aqueles que conduzem o processo na fase inicial de investigação, são todos, salvo engano, formados em direito e são contratados mediante concurso público e não pelo antigo método do QI (quem indica).

Tem também a questão dos cartórios. Salvo engano, é por onde passam os processos para serem distribuídos. Recentemente tivemos um escândalo na justiça local por conta dessa distribuição de processos. Sei não – será!... Do jeito que as coisas andam, temos que começar a desconfiar até da própria sombra. Mas, como esse segundo atentado contra o patrimônio público e privado está ainda na fase de investigação policial, vamos dar um voto de confiança para a policia e aguardar os resultados (sentados de preferência).

Vamos torcer também para que a investigação desse novo caso não venha a ser transformada numa investigação ultra-secreta, caso um ou mais dos imbecis envolvidos no atentado venha a ser um mauricinho ou uma patricinha desajustada, que saem às ruas para descontar no patrimônio público e privado os seus recalques, em lugar de fazer isso na louça e nos bens da própria casa, ou seja, no patrimônio do próprio papai e mamãe, que certamente, na maioria dos casos, foi construído com muito sacrifício. Dito isso, reflitam e observem que de bobinhos esses imbecis não têm nada. Entre destruir o que possuem dentro de casa e correrem o risco de levarem uma baita surra, é bem melhor destruir o que é dos outros na rua, pois além da proteção e influência de papai e mamãe para não ter o nome da família na lama, ainda existe a garantia da morosidade dos processos e da impunidade.

23 de agosto de 2007

A novela continua!...


O sistema de transporte de Manaus continua dando ibope. A indignação não cresce só com o que presenciamos nas ruas, mas no que é publicado nos jornais, onde o cidadão, principalmente o usuário do sistema, é sempre tratado como bobo. Nessa novela de capítulos intermináveis, acreditem - não existe nenhum bobo. Mocinho, nessa história – nem pensar! É o tipo de novela em que o tranco e a coisa ruim está sempre reservada exclusivamente para o expectador.

Depois do último capítulo dramático dessa novela, quando uma turma resolveu tocar fogo no que não presta mais de uma empresa e quebrar o que presta de outra, os jornais trouxeram notícias e entrevistas que mexeram com a indignação e a paciência de qualquer cidadão. Lembremos o que foi escrito nos jornais:

“O sindicato dos rodoviários prometeu realizar uma manifestação com as catracas dos ônibus livres na próxima terça-feira...”

Vejam que até o sindicato agora brinca de fazer de bobo o usuário do sistema. Avisaram que circulariam com a catraca livre numa tal próxima terça-feira, só não disseram qual próxima terça-feira seria essa. Só mesmo um bobo acreditaria nessa chance de andar de graça nos ônibus, nem que fosse só por algumas horas, por conta de uma operação de greve de sindicato, supostamente preocupado com o bem comum. O risco, caso essa operação tivesse acontecido, era o usuário, ao descer do ônibus sem pagar, ser recepcionado pela polícia da mesmo forma como foram recepcionados os estudantes que foram até a Prefeitura debater o aumento da tarifa. No fundo só não acontece nada com os maus gestores do sistema e os maus prestadores do serviço.

Todos lembram que a tarifa foi elevada sem nenhuma discussão prévia. O povo, e em particular o parlamento municipal, coitado, não teve a menor chance de questionar. Quem questionou e se arriscou a ir para a porta da Prefeitura acabou apanhando. E da parte do sistema, ou melhor, da parte das empresas que estão operando na cidade, qual foi a contrapartida oferecida por conta do aumento da tarifa? Eu não sou usuário do sistema, mas pelo que escuto de quem usa, a resposta é - nenhuma! Continuam oferecendo um serviço ruim e o usuário que agüente o tranco. E não venham com a conversa fiada de que estão tendo prejuízos, pois nesse ramo, traduzindo palavras do governador no seu programa de rádio, não existe bobinho e com certeza nenhum deles pratica caridade com a sua frota em troca de prejuízo. Prova disso é o depoimento de um dos empresários do sistema, que disse ter condições de participar da futura licitação, pois tem condições financeiras para isso. Sinal de que enquanto as suas empresas prestam um mau serviço para a população, não pagam ninguém, não pagam os impostos, não recolhem FGTS, tampouco INSS (segundo o presidente da IMTU) ele (empresário), presidente do GRUPO, sabe muito bem o que fazer com os lucros, com o dinheiro das férias dos empregados e dos impostos não recolhidos.

Coisa feia sô! – como diz um velho amigo. Já imaginaram se todos os outros fossem crias dessa mesma escola? Viche Maria! – exclamaria Ribamar Freire.

Toda essa triste realidade poderia pelo menos ser minimizada, se a Prefeitura e a CMM de Manaus fizessem a sua parte em termos de acompanhamento e fiscalização, como manda a legislação pertinente. Acontece que a Prefeitura e a CMM na verdade não estavam cumprindo bem suas funções. O resultado é esse que aí está. Eu disse “não estavam” porque, não faz muito tempo, saiu uma matéria nos jornais onde o presidente da Câmara mostrava-se preocupado com essa falta de fiscalização de parte da CMM, e disse que ia tomar as devidas providências. Ficou só nisso e, salvo engano, de lá para cá nada mais foi dito nem publicado sobre as providências adotadas pelo presidente. Já está em tempo dele nos dizer como é que anda essa promessa.

Finalizando, quero dizer que, independente desse comentário, continuo acreditando que Marcelo Ramos, com a sua juventude e capacidade, pode contribuir para mudar esse cenário. Deus lhe proteja (de colete, preferencialmente) e lhe dê a luz e a inteligência necessária para - como diria um bom mineiro - arrumar esse trem.