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Com o noticiário de que alguns nobres vereadores que deixaram a CMM
venderam móveis de seus gabinetes antes de irem embora, eu fico imaginando
se parte ou todo desse mobiliário vendido não foi comprado com a verba de auxílio-paletó.
Como eles não precisam explicar nada, tampouco dar conta de um único centavo do
dinheiro do auxílio-paletó, é justo que essa pulga fique coçando atrás de
nossas orelhas. E haja coçeira!...
Qualquer móvel que tenha sido adquirido usando o dinheiro da verba
destinada ao auxílio-paletó, de cara fica explicito que houve um desvio de
finalidade, e desvio de finalidade praticada com dinheiro público não é só
coisa feia. Não é mesmo? Principalmente quando praticado por quem deveria dar bons exemplos.
Sendo assim, qual o direito que o parlamentar teria de vender o
mobiliário que foi comprado por ele para dentro do seu gabinete, usando uma verba
que tinha outra finalidade? Dizem que é de praxe! De praxe é legal? Por que será que ninguém levanta essa questão? Quem, entre os nobres vereadores, contra ou a
favor, vai aparecer por aqui para nos dar uma explicação sobre essa situação?
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